sábado, 23 de julho de 2011

O Prefeito Vanazzi e o Guinness

Publicado na página 12 do jornal Zero Hora deste sábado:

2 comentários:

Antonio Barcellos, Jornalista Diplomado disse...

Meus amigos, é lindo o despacho do desembargador, sugerindo o registro no livro dos recordes. Finalmente São Leopoldo terá o seu reconhecimento mundial, graças à extrema incompetência, sem-vergonhice, malandragem e má-administração adotados por esta gente que chegou de pára-quedas ao Município, e que desvia o erário público contratando 283 CCs irregulares.
Quando eu disse que São Leopoldo só era notícia estadual e nacional pelo lado ruim, fui duramente criticado por um aspone pré-pré-pré-candidato à prefeito em 2012. Mas tá aí: 200 mil pessoas sem água por mais de 3 dias e agora a Justiça esculachando com nossa moral. Agora seremos notícia mundial pelo Guiness.
São Léo está pior do que São José do Norte, uma pobre cidade abandonada lá no Sul. Lá, pelo menos, existe vergonha na cara.

Associação Amigos do Morro do Espelho disse...

A sequência do texto que expressa o voto do relator:

"E a cada ação direta a revogação da lei, para que perdesse o objeto, sucedia a edição de outra com os mesmos defeitos. Mais grave, relata a inicial teria o Chefe do Poder Executivo de São Leopoldo assumido o compromisso de apresentar novo projeto de lei sem os vícios apontados, o que levou o Ministério Público a “aguardar a iniciativa, deixando de interpor as competentes ações diretas de inconstitucionalidade, que se encontravam, inclusive, minutadas...” (fls. 3 /4).
E aguardou, até que editadas as Leis 7.242 e 7.243 com iguais máculas, dando vez à presente ação constitucional.
A conduta do Município está a revelar menosprezo às instituições - Ministério Público e Poder Judiciário. Com expedientes que longe estão de republicanos, expressão tão em moda, quanto desprestigiada, pretende o Município perpetuar a ilegalidade. Não por outra razão o Ministério Público já propôs AÇÃO DE IMPROBIDADE contra o Chefe do Poder Executivo de São Leopoldo.
Assim, se todo o período de graça – longos cinco anos – não foi bastante para adequar a legislação, o que nunca foi propósito do Município, como revelam os fatos, não há mais tolerar a postura desafiadora, desconcertante e desrespeitosa.
Com e por isso, conheço dos Embargos de Declaração para suprir a omissão, sem, contudo, adiar os efeitos da declaração de inconstitucionalidade, até mesmo por não demonstradas razões de segurança jurídica ou de excepcional interesse social.
É o voto."

A íntegra de todo o documento pode ser baixado aqui: http://goo.gl/U8Ezv

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